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  • 1 My Font

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    O novo software inovador MYFONT projetado para ajudar os marmoristas no posicionamento de caracteres (Romano, Passion e Cirillico) com um interface intuitivo.

    Download da Aplicação

  • 2 Lasef MBS

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    Para uma pequena oficina de bairro, o grupo Lubrano percorreu um longo caminho...

    Em 1958, numa pequena e antiga localidade nos arredores de Nápoles, perto da estação central, uma família inteira, reunida em torno da figura carismática do avô materno, dedicava-se a trabalhar o latão. No longínquo ano de 1890, este havia estabelecido uma pequena oficina para produção de artigos funerários, que vendia directamente aos marmoristas e distribuidores da cidade e província de Nápoles.
    Entre os netos que trabalhavam com o avô, encontravam-se os quatro irmãos Lubrano, que já então aguardavam com interesse e impaciência pelos dias no horizonte da oficina; eles eram os únicos a acreditar na visão daquela pequena unidade de produção artesanal transformada numa das empresas de renome no sector funerário actual.
    Decorridos cerca de dez anos, em 1968, o grupo Lubrano transferiu as suas instalações para um espaço mais amplo, com o objectivo de se dedicar à venda ao balcão de artigos em bronze e aço.
    Foi no ano de 1974 que ocorreu uma posterior transferência para um espaço mais vasto a poucos metros do anterior. Este foi um espaço temporário, visto que, em 1975, com notáveis sacrifícios, o grupo adquiriu um terreno de 2.500 m2  e construiu, em 1978, as instalações afectas à produção, armazenamento e venda no sul de Itália. 
    Em 1995, dá-se a transferência do estabelecimento para Bréscia, com uma superfície de 5000 m2, onde a renovação é constante e conforme os mais modernos processos produtivos, como a rede de vendas, que continua a crescer em número e competência. Acima de tudo, o grupo, composto também pela LASEF di M.B.S. srl e ainda pela empresa comercial Strazzullo srl, conta com a competência e dedicação dos funcionários.
    Foi a estratégia comercial que permitiu ao grupo Lubrano crescer, não apenas no âmbito nacional, como também no mercado externo, aí afirmando o seu protagonismo.
    Na esfera dos principais clientes europeus, emerge o nome de Pelé Portugal Arte Funerária Lda., com sede em Valença, Portugal que desde 1996 até hoje colabora na venda dos produtos Lasef em território português. Esta oportunidade de colaboração surgiu no decurso da feira de Marmomacchine, que tem lugar anualmente em Carrara.
    Na ocasião, a empresa Pelé Portugal encontrava-se no início da sua actividade produtiva e ocupava-se unicamente da comercialização de campas em granito.
    No entanto, a empresa portuguesa, liderada por José Pereira e José da Ponte, procurava a possibilidade de entrar no mercado com a venda de artigos funerários e de cemitério; é então que surge a aliciante proposta da LASEF di M.B.S. srl para iniciarem uma relação de colaboração e concessão de venda exclusiva dos seus artigos, uma oferta muito apreciada pela Pelé Portugal, que consagrou o início de uma profícua cooperação para as duas empresas, amadurecida ao longo dos anos graças à política organizacional mais favorável a ambas. Prova disso é o substancial crescimento da facturação no mercado português, que segue numa contínua linha ascensional; basta dizer que, no final do mês de Outubro de 2007, os índices de venda superaram em 30% toda a facturação do ano de 2006.
    Os pontos de referência são o dinamismo, a organização e a tenacidade, características que ao longo deste ano distinguiram a Pelé e fizeram deste distribuidor um elo fundamental na cadeia de distribuição da LASEF di M.B.S. srl;
    A estratégia direccionada para um constante melhoramento do produto e dos serviços oferecidos ao cliente garantiu a concretização dos objectivos estabelecidos.
    A satisfação profissional de ambas as empresas fez com que se estabelecesse uma relação de solidariedade e fidelidade recíprocas, muito à semelhança do que acontece numa grande família.
    O optimismo, o persistente desejo de crescimento e o facto de ainda não se sentirem completamente realizados são a base do futuro promissor das duas empresas e, sobretudo, a convicção de que nos próximos anos se desenvolverá a mais extensa rede de venda dos produtos LASEF di M.B.S. srl em território português.

    HELENIO LUBRANO

    www.lafef.it

  • 3 FEVI

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    Fe.Vi. nasce em Monticelli Terme (Parma) em 1997, do entusiasmo e do espírito empreendedor de um jovem de vinte anos, Federico Viglioli.
    A actividade no início é constituída por poucos meios e desenvolvida em um lugar pequeno, mas é acompanhada de um ingrediente fundamental: a paixão pelo trabalho.
    O objectivo de Federico Viglioli é projectar, experimentar e promover novos sistemas de jacto e tratamento das superfícies.

    O ano de 1999 marca o sucesso do primeiro projecto, a máquina de jacto de areia Sand Blaster, que foi a premissa para novas ideias e para alcançar os novos e ambiciosos objectivos.

    Nasce com o tempo uma nova concepção do sistema de jacto de areia que propõe maquinarias capazes de executar técnicas de incisão, decoração e restauração demasiado inovativas em relação àquelas já existentes, ressaltando em 2000, a primeira patente Fe.Vi. chamada"Mobil Blaster".

    Em 2002 a Fe.Vi.i qualifica-se pelo forte crescimento interno e de mercado, cresce a dimensão empresarial e aumenta de maneira exponencial a rede de distribuição comercial em todo o território nacional e estrangeiro. 
    A empresa mantém sempre constante a atenção à qualidade do produto e às exigências dos clientes: exactamente graças à contribuição dos mesmos e em função das suas necessidades, a Fe.Vi. cria e desenvolve os seus sistemas também com base em uma troca de opiniões constante para melhorar o produto. Para além dos equipamentos, a Empresa fornece, em prazos rápidos, todos os materiais de consumo necessários, como também serviço de atendimento ao cliente, assistência técnica e consultoria pós-venda.

    Durante 2004, as necessidades de uma clientela cada vez mais exigente, estimula um outro desafio, acrescentar à gama de máquinas de jacto de areia para lapidação uma gama completa de produtos químicos para o tratamento do mármore e do granito.

    Em 2007, de uma ideia destinada por tradição a tornar-se um negócio, a Fe.Vi. graças à experiência adquirida no fabrico de máquinas de jacto de areia por recuperação, diversifica a própria empresa com a introdução da comercialização dos aspiradores industriais

    www.fevi.it

  • 4 STONELUX

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    StoneLux – Reparação da Pedra com o poder da Luz
    Produzido na Europa por Invicon Chemical Solutions

    Invicon é uma empresa de alta tecnologia na área de química polymer. A variedade de produtos serve para várias indústrias tais como fabricantes de automóveis (VW, Audi, Lamborghini), joalharias , relógios (Swatch) e a indústria da pedra. O nosso produto principal é o STONELUX que foi introduzido no mundo da pedra há quatro anos. 

    O meu nome e Eric Gutierrez.  Trabalho na Invicon como director de técnicas de vendas. É da minha responsabilidade dar formação sobre o produto para distribuidores em toda a Europa. Quando existem problemas ou dúvidas técnicas eu sou o responsável a contactar. Ainda executo   projectos especiais para hotéis, urbanísticos e aeroportos.

    Foi uma autêntica revolução quando a STONELUX chegou à indústria da pedra. Permite fazer reparações de alta qualidade em pouco tempo comparado com métodos tradicionais tais como resina Epoxy ou Polyester. O sonho de qualquer marmorista é conseguir uma reparação durável e invisível. STONELUX é a ferramenta para atingir estes objectivos. Baseado em tecnologia medicinal STONELUX é um sistema Light Curing. Os espaços depois de preenchidos através de seringas ficam duros sob efeito da pistola de luz somente em 60 segundos/cm2. Devido ao seu carácter inovador e tecnologia STONELUX  mantém patentes na Europa e Estados Unidos.               

    Desde que STONELUX foi introduzido no mercado, abrangeu mais do que 4.000 clientes mundialmente, que beneficiam das suas numerosas qualidades:  

    Reparações rápidas numa só aplicação 
    Alta qualidade da superfície, acabamento de polimento de elevada qualidade  
    Estabilidade de cor às intempéries sem amarelar
    Apropriado para utilização tanto em interiores como exteriores 
    Resistente ao congelamento
    Testado por EMPA (Suiça) e LGA (Alemanha)

    Mais do que 5 mil reparações efectuados até agora!

    StoneLux fornece as suas qualidades em reparações tais como:
    Estátuas históricas de mármore (Museu de Arte Histórico, Vienna; Banco da Grécia, Atenas)
    Pisos e móveis em pedra trabalhada em Hotéis de Luxo, (Mandarin Oriental, Bangkok; Grand Elysee Hamburgo) 
    Chapas de granito e mármores polidas (Consentino, Espanha; Trend, Itália; Technistone, Republica Checa;…)
    Ou problemas do dia a dia tais como, riscos, esquinas partidas etc.

    É óbvio que o sucesso global da STONELUX é baseado em dois pilares; uma produção excelente nas mãos de distribuidores excelentes. Invicon é muito interessante quando se fala na selecção da sua rede de distribuição. Escolhemos as melhores empresas e tratámo-los como parceiros. No mercado Português procuramos e avaliamos muito tempo até encontrar a melhor opção: PELÉ.    

     

    O que nos impressionou na PELÉ foi o compromisso dos directores da empresa perante os seus clientes e funcionários. A PELÉ dá um relevo especial aos seus  funcionários respeitando-os,  treinando-os e dando-lhes formação necessária para poderem atingir e encontrarem soluções  para as necessidades dos seus clientes.

     

    Também o que atraiu a nossa atenção, foi estratégia da PELÉ na concentração de sinergias para encontrar produtos inovadores e  empenhando-se ao máximo para introduzi-los no mercado junto dos seus  clientes com suficiente conhecimento do produto. Reconhecemos que a estratégia da PELÉ é a chave do seu sucesso e estamos convencidos que o nosso produto nas mãos da equipa PELÉ vai ter a máxima exposição no mercado e consequentemente vai ser encontrado nas mãos de muitos marmoristas em Portugal. Tal como noutros mercados os utilizadores da STONELUX em Portugal não vão querer  perder a oportunidade de poder fazer as suas primeiras reparações tendo a STONELUX à mão.

     

    Com os melhores cumprimentos, vindos da Áustria

     

    Eric Gutierrez

     

        

    STONELUX  é ideal para corrigir enganos de letras gravadas em campas. Depois de feita a reparação na pedra com STONELUX pode ser feita uma nova gravação . 

    http://www.invicon.at/de/

  • 5 GUTENBERG

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    O Grupo Pelé, claramente com interesse no sector de comunicação e imagem de empresa, compra a empresa Gráfica Gutenberg Forbes Artes Gráficas, LDA com sede em Viana do Castelo. A Gutenberg é a maior gráfica de Viana do Castelo, existe desde 1930 e pertenceu ao BPA (Banco Português do Atlântico) de 1950 até 1983 no tempo das nacionalizações. O Grupo Pelé assumiu a gestão e controlo final da Gutenberg a partir 14 01/01/2009 e com esta aquisição o Grupo aumentou consideravelmente o seu volume de negócios e entra assim no mundo da comunicação e imagem de empresa que há muito ansiava. A Gutenberg têm uma bela e longa história que passamos a transcrever. A história que se segue foi publicada em Janeiro de 1999 na revista T&G Propriedade Apigraf (Associação Portuguesa das industrias gráficas e era assim: Viana do Castelo situa-se na base do monte de Santa Luzia (esperemos que nunca o desbaste), junto á Foz do rio Lima. O sítio onde, por, por foral de 26 de Junho de 1258, D. Afonso III estabeleceu a vila, chamava-se “Adro”. Nas inscrições, aquele monarca impõe-lhe o nome de “Viana”, designação que já vinha sendo conhecida por Viana Ribeira do Minho, Viana de Lima, Viana de Caminha, Viana de Minho. Com o descobrimento das rotas marítimas e o incremento da actividade comercial, Viana experimenta grande aumento da população e um acentuado desenvolvimento. Nas cortes de 1562, a Câmara Vianense pede a D. Sebastião que se seja concedido o título de “notável”, por ser ”…. uma das nobres e principais de Reino, de mor rendimento, a principal de Entre Douro e Minho ….” A petição foi deferida por Carta de 26 de Março de 1563, assinada pelo Cardeal D. Henrique. Até que chegou a cidade com a actual designação: D. Maria II, por carta régia de 20 de Janeiro de 1848, determinou que “…. Hei por bem e me apraz que a Vila de Viana do Minho fique erecta em cidade, com a denominação de Cidade de Viana do Castelo…”Nessa carta régia, refere-se que Viana “…..possui os elementos e recursos necessários para bem sustentar a categoria de cidade, derivados da sua riqueza e importância topográfica, da sua riqueza e importância comercial e da qualidade dos edifícios de que é composta…”Como causa próxima desta elevação e do novo nome, esteve a resistência oferecida pela guarnição do castelo ao cerco dos simpatizantes da Patuleia. Percorrer a zona histórica da Viana é viajar ao passado, aos tempos florescentes do comercio marítimo, tamanha é a profusão de edifícios de apreciável valia arquitectónica pela Casa Eiffel, a Torre da Roqueta, do tempo de D. Manuel I, para defesa da entrada do porto, o Castelo de Santiago da barra, a basílica de Santa Luzia. Foi nesta Viana, bem conhecida pelas famosas festas á Senhora da Agonia que, em 6 de Agosto de 1918, nasceu Aurélio Margarido Ferreira. Não, leitor, não é o que está a pensar, este homem não foi o fundador da Gutenberg. Embora mais tarde os seus caminhos se viessem a cruzar. Continue mais uma pouco, e já vai ficar a saber como. O pai de Aurélio era marítimo, passando longas temporadas fora. Antes de umas férias grandes, que na altura significava tês meses, ainda na escola primária, a mãe pensou que não era conveniente ter os filhos durante tanto tempo só na brincadeira. Vai daí, conseguiu-lhes ocupação para as farias. A Aurélio coube-lhe ir para a Encadernação José Rosa (mais conhecido pelo Samoca). A expectativa alegre e impaciente de umas férias bem gozadas alegra e impaciente de umas férias bem gozadas deu lugar á desilusão quando soube o que o esperava. Mas sabe-se como um coração inocente ultrapassa facilmente certas agruras. No fim da primeira semana, Aurélio regressou a casa não conseguindo conter a felicidade: recebera 2$50 pelo seu trabalho! Aurélio tinha, então 8 anos. Nas férias grandes seguintes, enquanto durou a primária o Samoca era o seu destino. Fim da escolaridade, início do trabalho. Um percurso já esperado, sinal de tempos que não eram fáceis. Aurélio, com doze anos, foi para a Tipografia Viúva de José de Sousa, na Rua Cândido dos Reis, em frente ao local onde actualmente se encontra a Tesouraria da Repartição de Finanças. Estávamos em 1930. Precisamente nesse ano em que se iniciou como aprendiz, os seus patrões sofreram um revés, numa altura e numa zona em que o pessoal habilitado não abundava: dois dos seus oficiais, os irmãos João e Américo de Passos Simas, despediram-se. E saíram, para com outros, iniciaram a Gutenberg. Não como sócios, porém. Os sócios fundadores foram o Dr. Luís Cirne de Castro, que mais tarde seria Governador Civil, e Luís brito, funcionário das Finanças. Homens que não eram da área gráfica nas que certamente terão visto nesse investimento uma forte possibilidade de negócio. Assim surgiu, em 1930, na Rua da Pipoca, a então designada por Gutenberg, LDA. No ano em que Aurélio começou a trabalhar. Os sócios faziam um certo acompanhamento, mas quem exercia as funções de gerente (por procuração) era Américo de Passos Simas, também ele o responsável pela criação da estrutura técnica da empresa. Passados alguns anos, Roberto Passos de Sousa, que era solicitador, adquirir a Gutenberg. O novo proprietário também pouco passava pela tipografia. É este que, em 19 de Dezembro de 1940, assina uma carta dirigida ao Grémio nacional dos industriais de Tipografia e Rotogravura, anexando o Boletim do Castro Industrial. Á frente da designação Gutenberg LDA, as menções Tipografia e Encadernação. O telefone tinha o nº146. É ainda Américo de Passos Simas que, em 27 de Janeiro de 1943, assina uma carta dirigida ao então grémio Nacional dos Industrias Gráficos, dando conta das máquinas que a empresa possuía desde a fundação: ● Uma Planeta accionada a motor eléctrico de 1 e ¼ H.P., tiragem de 1.350 exemplares por hora, inteiramente automática, sendo o seu estado de conservação em meio uso; ● Uma Planeta accionada a motor eléctrico de 0,95 H.P., tiragem de 1.100 exemplares por hora, colocação e tiragem de papel manual, em meio uso; ● Uma Minerva accionada a pedal, tiragem de 1.000 exemplares por hora, também em meio uso; ● Uma máquina de banca, Minerva, accionada a braço, tiragem de 1.000 exemplares por hora, em muito uso. Refira-se que em Dezembro de 1942, o quadro do pessoal era constituído por sete pessoas, nas áreas da composição e encadernação. Regressamos agora ao homem com quem começámos, Aurélio Margarido ferreira. Tinha-mo-lo deixado, ainda pequenino com doze anos, a iniciar-se como trabalhador. Primeiro aprendiz, depois impressor. Durante o dia, o trabalho na tipografia. Á noite, o estudo, porque Aurélio queria saber, queria valorizar-se, queria ficar mais habilitado para a vida. Conseguiu concluir, assim, o curso Comercial. Entretanto, o irmão mais velho de Aurélio, António Ferreira, trabalhava numa importante firma de Viana, a Bernardo Dias, além de grande papelaria, possuía também Casa de Câmbios com muito movimento. Tinha Aurélio 18 anos, eis que o irmão o convidou para ir trabalhar com ele na Bernardo dias. Aurélio, contudo, gostava da sua actividade de impressor tipógrafo. O sonho de menino de querer ser jornalista, não se cumpriu. Não chegou a criar textos mas, imprimindo-os, ajudava. Á sua maneira, a levar as mensagens ás pessoas. Aurélio viu-se num dilema. Mas a insistência do irmão e as promessas deste em fazê-lo evoluir determinaram a sua saída da Tipografia Viúva de José de Sousa. A Gutenberg levava, então seis anos de vida. Na nova firma, Aurélio fazia de tudo, fosse no armazém, ao balcão ou no escritório. Era o braço direito do irmão. Este, após a morte de Bernardo dias, passa a ser sócio da empresa.

    www.gutenberg-forbes.com

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